quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A guerra continua até no escuro!

Após o apagão na noite da última terça-feira (10), os repórteres da Globo e da Record disputaram uma entrevista ao vivo com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, na manhã desta quarta-feira (11), informou o site Comunique-se.
Venina Nunes, repórter do Hoje em Dia, foi anunciada pelo apresentador Celso Zucatelli para iniciar a entrevista, mas foi impedida por Camila Bomfim, repórter da Globonews, que disse para Venina esperar, alegando que sua entrevista entraria ao vivo naquele momento.
Visivelmente constrangido com a situação, depois da terceira tentativa da repórter, Zimmerman disse que poderia falar mais tarde com Venina. O episódio, que durou quase oito minutos, foi criticado pelo apresentador da Record. "A assessoria de imprensa do secretário devia acompanhar o que está acontecendo, prestar atenção e ver que a entrevista ainda não começou. Se não está ao vivo, se estão segurando o secretário propositalmente...eu venho aqui pedir que a assessoria do secretário colabore", disse Zucatelli.
Pela quarta vez, Zucateli pediu que Venina tentasse, já que a entrevista ao concorrente ainda não tinha começado. "Eu vou tentar conversar com ele. Fica até chato porque é falta de ética tentar atrapalhar o trabalho dos outros, mas eles também estão aqui impedindo, a repórter não deixa eu passar", explicou a jornalista da Record.
Depois disso, o assessor de imprensa do secretário disse que a jornalista estava errada, pois a entrevista para a Globo já estava agendada. "Você invadiu o espaço da Globo, invadiu o link", afirmou.
Quando foi novamente chamada ao vivo pela equipe do programa da Record, Venina teve que esperar, porque o secretário gravava outra entrevista para a Globo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Continua a guerra: Plim-Plim em nome de JESUS!

Universal oferece mais de R$ 545 milhões para comprar horário na TV Globo

Da Redação do site Comunique-se

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) contestou as declarações da TV Globo que, com base em reportagem da revista Veja, afirmou que a igreja privilegia a Rede Record na compra de horário para exibição de programas religiosos. Para tanto, apresentou na segunda-feira (17/08) uma nova proposta à TV Globo, de R$ 545.300.000,00, mais do que a Veja e a emissora carioca dizem que a Universal paga à Record.
De acordo com a IURD, a igreja fez um pedido em 2007 para a compra de espaço na programação da TV Globo e do SBT. O primeiro pedido à Rede Globo foi enviado no dia 27/02/2007 e foi recusado três dias depois, sob alegação de que a emissora não loca ou comercializa espaço para programas de terceiros. O pedido enviado ao SBT no dia 05/03/2007 não teve resposta da emissora.
Reportagem mostra valores repassados à RecordA reportagem exibida no Jornal Nacional do dia 15/08 apresenta a matéria de capa da revista Veja que diz que a Universal repassa valores cada vez maiores à Record para exibição de seus programas religiosos. De acordo com a reportagem, em 2006 foram repassados R$ 240 milhões; em 2007, R$ 320 milhões; e no ano passado, R$ 400 milhões.
A Universal informa que a tentativa de comprar um espaço na TV Globo e em outras emissoras faz parte de sua evangelização. “Como uma entidade evangélica, a Igreja Universal acredita na propagação do Evangelho por meio de veículos de comunicação de massa”, diz a nota oficial.
A assessoria de imprensa da Rede Globo reafirmou a posição da empresa e informou que é de conhecimento do mercado de televisão que a Globo não vende espaço em sua programação para terceiros.
Ataques e respostaO Jornal da Record de ontem (17/08), exibiu uma reportagem anunciando o novo pedido de compra de horário feito à Rede Globo. Além disso, o jornal voltou a falar da “guerra” de audiência entre as emissoras, apresentou reportagens sobre o uso do imóvel de Edir Macedo em Campos do Jordão e apresentou as matérias exibidas no Repórter Record do último domingo, em que a Record faz denúncias e ataques contra a TV Globo.
Sobre as reportagens exibidas no programa da Record, a assessoria da Rede Globo declarou que são agressões gratuitas e que não cabe a emissora respondê-las. “Não nos cabe responder a agressões gratuitas, porque, como é do conhecimento geral, o autor das denúncias é o Ministério Público de São Paulo. O que a TV Globo tem feito, assim como os demais veículos de comunicação, é registrar essa informação, de evidente interesse público”.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Plim-Plim em nome de JESUS!!!

Lembro do ano de 1995 das reportagens que o Jornal Nacional exibiu denunciando a então inofensiva Rede Record de Televisão, que é controlada pela Igreja Universal do Reino de Deus. O Cid e o Sérgio ainda eram os titulares da apresentação do JN. Em dezembro de 1994, fui com a minha mãe na IURD na Avenida 28 de Setembro em Vila Isabel, entrei para ver o culto, eu assistia as orações da IURD na TV Record, naquela época era a manhã toda e alguns horários da tarde, eu bebia sempre um copo com água em nome de Jesus e falei para a minha mãe, vamos na Universal e repetindo, fui lá em uma terça feira de dezembro de 94 e em um momento do culto, o pastor pediu para que os fiéis comprassem um saco de leite em pó por R$ 8,00 (oito reais) para que a obra do senhor Jesus continuasse a ser feita pela Igreja. Minha mãe ficou indignada quando o pastor pediu dinheiro para os fiéis da IURD e falou: - Vamos embora meu filho. Minha mãe sempre odiou o Edir Macedo pois lembra que ele foi preso em 1992 e sempre quando falava na IURD ou na Rede Record de Televisão, fazia uma cara feia. Eu pergunto uma coisa: Será que o dinheiro arrecadado pela Igreja Universal do Reino de Deus são destinados para obras sociais ou para pagar o salário do Britto Júnior?

Na última semana, o Jornal Nacional vem denunciando novos atos ilícitos cometidos em nome de Edir Macedo desde a última terça feira em reportagens produzidas pela equipe do JN em São Paulo. O principal telejornal da Rede Record, hoje uma emissora que ameaça a Globo graças as doações de quem frequenta a IURD e que paga os milhões que Augusto Liberato receberá após ter assinado contrato com a emissora da Barra Funda, se defende atacando a TV Globo com as velhas histórias dos tempos que eu tinha dois anos de idade, as Eleições de 89, quando a Vênus Platinada suspostamente favoreceu a vitória do Fernando Collor sobre o seu hoje "amigo" Luiz Inácio Inri Cristo da Silva, o Caso Time Life, o Caso Proconsult, são muitas emoções, mas aos amigos leitores do blog, decide que eu mesmo, conhecido por Fauno (apelido que ganhei de sósias de noticiaristas globais), farei uma reportagem sobre isso, sobre a briga da Rede Globo com a Rede Record, entrevistarei populares, entrevistarei profissionais de TV das duas e de outras emissoras que estejam no ar ou já foram extintas, farei uma pesquisa maior sobre este assunto, isso vai render e muito, será um dos meus trabalhos no futuro, um assunto a ser pesquisado, mas em nome de Jesus, concluirei este trabalho. AMÉM!

terça-feira, 28 de julho de 2009

A mancada do Heraldo Pereira

Mas que mancada foi essa na escalada do Jornal Nacional de ontem? Quando o JN começou, estava vendo a escalada e o Heraldo Pereira tropeçou no TP, pediu desculpas e os caras da switcher tiveram que cortar tudo e o JN começou mais enrolado que a situação deste país que conhecemos por Brasil. Olha só, vou fazer um projeto sobre o JN e espero que os meus apresentadores não paguem um mico desses. Mário e Isabela, falo com vocês depois sobre o projeto do JN, vocês são o William e a Fátima que preciso para esse projeto, vejam o que saiu na internet sobre mais uma mancada do JN e que mancada hein, seu Ali Kamel?

Heraldo Pereira tropeça no texto e "Jornal Nacional" começa sem abertura -->
Na última segunda-feira (27), Heraldo Pereira tropeçou no texto das manchetes do “Jornal Nacional”. O jornalista, que comandou o telejornal ao lado de Renata Vasconcellos, não conseguiu terminar seu texto, o que levou à interrupção da escalada e à entrada do telejornal no ar sem a tradicional abertura.Depois disso, mais um erro foi cometido pelo jornalista. No momento em que Renata Vasconcellos deu o tradicional “boa noite” aos telespectadores, Heraldo começou, ao mesmo tempo, noticiar o estado de saúde do piloto Felipe Massa.

A escalada do Jornal Nacional não vai ao ar ao vivo. Ela é gravada minutos antes do informativo entrar no ar. No momento em que Heraldo Pereira comete o erro, ele olha para baixo e pede desculpas, tendo que regravar a cena.Só que ao invés de ir ao ar a escalada corrigida, foi a errada.Heraldo Pereira e Renata Vasconcellos estão substituindo William Bonner e Fátima Bernardes, que estão de férias.

VOLTA MÁRIO!!!

VOLTA ISABELA!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

William Bonner e a equipe do Jornal Nacional, da TV Globo, ajudam a entender o funcionamento do mais assistido telejornal do País

Texto postado no blog Eu amo Jornalistas

William Bonner e a equipe do Jornal Nacional, da TV Globo, ajudam a entender o funcionamento do mais assistido telejornal do País
William Bonner, editor-chefe do Jornal Nacional, e sua equipe jornalística estiveram com os alunos de comunicação da UFRJ para comemorar os 35 anos do JN.
Começando a carreira na contramão dos demais jornalistas, Bonner iniciou no rádio e foi direto para a parte interna do jornal. "Infelizmente, não tive oportunidade de, primeiro, começar na rua, como a Fátima (a apresentadora Fátima Bernardes, também presente no evento)",afirmou Bonner.
Dirigindo o telejornal mais assistido do Brasil, ele acredita ter uma missão quase impossível: coletar, todos os dias, as principais notícias do mundo e do país inteiro e fazer com que caibam em 30 minutos.
Ele afirma que as notícias são selecionadas sob certos critérios: "Há um senso comum na cabeça do jornalista daquilo que é verdadeiramente relevante no âmbito nacional e internacional. É claro que Brasília, Washington, são grandes centros de notícias de alta relevância para os brasileiros. Como também São Paulo, o maior centro industrial, Rio de Janeiro, ainda uma capital cultural, o Nordeste e o Sul. Então, isso estará sempre no JN.
Segundo Bonner, o objetivo "é mostrar o mais importante do dia de forma antecipada, para que, no outro dia, esteja na capa dos grandes jornais impressos do país. Terminada esta missão, poderá sobrar tempo ou não para outros assuntos. Devido ao horário eleitoral, sobram para o JN vinte e um minutos e, mesmo assim, conseguimos cobrir as Olimpíadas de Atenas".
No tempo normal da edição, o JN procura abrir para temas atuais, que ajudem a entender o mundo e o Brasil. "Por isso", diz Bonner, "criamos as séries com um texto caprichado e apresentamos ao longo da semana, detalhadamente, para o telespectador se interessar pelo assunto".
Mea-culpa
Em sua trajetória, o JN provocou polêmicas: a operação Proconsult, a cobertura das “Diretas já”, a edição do debate da eleição de 1989, e os dez minutos dedicados ao nascimento de Sasha (filha da apresentadora Xuxa Meneghel). Sobre esses momentos, Bonner esclareceu: "o Jornal Nacional é uma instituição de 35 anos e não pode ser sustentado por tanto tempo se não tiver credibilidade. Esta não é imposta, é conquistada. Muitos falaram mal destes quatro episódios que afetaram a nossa credibilidade. Então, vamos discutir: primeiro, a operação Proconsult: a Globo não tem nada a ver com a Proconsult. Segundo, Diretas já: a Rede Globo, neste livro (obra relatando os 35 anos do JN), está colocando a mão na ferida e oferecendo às comunidades acadêmicas ou não a oportunidade de discutir em profundidade, sem pré-concepções, o que verdadeiramente aconteceu neste evento".
Bonner revelou o clima dos bastidores, naqueles momentos difíceis: "Sofremos pressões externas contra a entrega do material e também pressões internas dos profissionais que queriam dá-lo. A angústia da direção da empresa, os diálogos tensos nas reuniões, um helicóptero militar pairando ao lado do sétimo andar do prédio no Jardim Botânico".
E explica a criticada edição do debate Collor x Lula: "Eu já era funcionário nessa época e achei um escândalo aquilo no ar, uma vergonha". E por fim ele analisa a matéria relativa ao nascimento da Sasha: "O editor decidiu que o JN, por ser um produto de marca, deveria também ter um forte apelo popular. Foi uma cobertura determinada rigorosamente apenas pelo editor–chefe".
Por fim, Bonner chama a atenção dos estudantes para o Conselho Federal de Jornalismo: "É um raciocínio tacanho, imbecil, merece ter um repúdio imediato, aos gritos, da sociedade brasileira. É o pescoço e a liberdade dos estudantes de comunicação que estão em jogo neste conselho".

sábado, 11 de julho de 2009

Texto sobre os 39 anos do JN - 01/09/2008

No ano que vem o Jornal Nacional faz 40 anos, mas já dá para ir antecipando a conquista que, queiram ou não os que são anti-Rede Globo, é uma grande façanha. O programa de maior audiência da televisão brasileira entrou no ar às 19:45 horas do dia 1º de setembro de 1969. A criação de Armando Nogueira que apresentava, na bancada, Hilton Gomes e Cid Moreira tinha o objetivo de medir forças com o Repórter Esso, da TV Tupi, noticiário que ficou no ar até 31 de dezembro de 1970. Deu certo. O passo seguinte foi lançar o telejornal em rede nacional, e isso foi possível através da Embratel (Empresa Brasileira de Telecomunicações), quando esta inaugurou o chamado Tronco Sul, uma rota terrestre de sinais de TV, que integrou, por meio de microondas, as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A cada 50 Km havia uma repetidora que amplificava o sinal e enviava para a repetidora seguinte.Os tais postos repetidores - já que toquei no assunto - deixavam "de cabelo em pé" os telespectadores do interior gaúcho, especialmente quem dependia da tal repetidora de Pinheiro Machado, que mandava o sinal para a cidade de Bagé, RS. Temporais ou ventos relativamente fortes eram capazes de danificar ou desalinhar a antena que mandava o sinal da TV Gaúcha, canal 12, de Porto Alegre para a região de Bagé. A TV Gaúcha (hoje RBSTV) retransmitia a maior parte da programação da TV Globo, e era a única emissora que chegava por lá nessa época - a TV Difusora, canal 10, também de Porto Alegre, só apareceu na área em outubro de 1971. Assim, não era sempre que se podia assistir ao Jornal Nacional, que na telefoto, abaixo, destaca: Cid Moreira, Hilton Gomes e João Saldanha, em uma edição do início dos anos 70.

Texto postado por Sérgio Fontana no blog O Século XX.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

William e Fátima não são perfeitos

Eu sou telespectador do Jornal Nacional e reparei em uma coisa. William Bonner ás vezes pode mostrar insegurança nos momentos que ele erra ao vivo no JN, mas ele consegue improvisar antes que aconteça o pior. Já Fátima Bernardes ás vezes diz Boa Noite junto com o William, mas sem querer, não é? O Jornal Nacional tam méritos pelos seus acertos e também pelos seus erros, conheço dois profissionais que tenho certeza que seriam os sucessores do William e da Fátima no JN, mas eles preferem seguir outros projetos profissionais, não pretendem seguir carreira no telejornalismo, eu sei, é difícil, mas com tantos profissionais ruins no mercado e atuando na própria TV Globo e em outras emissoras, os dois nomes que não mencionarei estariam entre os melhores do telejornalismo, mas entendo a decisão deles e respeito, pois o estilo de apresentação dos dois lembra William e Fátima e quando eu os conheci, eu fiquei espantado, achei que eu estava do lado dos apresentadores do JN, são muitos anos dizendo boa noite que pessoalmente eu nem conseguiria dizer boa noite, pois estaria lívido ao ver pessoalmente dois grandes profissionais que assisto desde 1990/1991, quando os dois apresentavam o Jornal da Globo. E por falar em Jornal da Globo, estarei começando a escrever um script do JG de 1989, época em que William e Fátima apresentavam o JG no Rio de Janeiro. Aos meus colegas que lembram William e Fátima, eles também são inseguros e acabam atropelando a leitura do noticiário.

Muito obrigado por vocês compreenderem a minha admiração pelas figuras de vocês.

Saudações!!!